Os atletas da equipe de parabadminton do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) que treinam em Presidente Prudente (SP) encerraram o mês de junho com resultados de destaque em duas das mais importantes competições do circuito mundial da modalidade.
No British & Irish Para Badminton International 2026, realizado entre os dias 24 e 28 de junho, em Dublin, na Irlanda, Mikaela da Costa Almeida conquistou a medalha de bronze na Dupla Feminina, enquanto Yuki Rodrigues garantiu a medalha de prata na Dupla Masculina. Já Ana Carolina Coutinho Reis chegou às quartas de final da categoria Simples Feminina, atualmente ela ocupa a 5ª posição no ranking mundial. O torneio integra o calendário oficial da Badminton World Federation (BWF) e é considerado estratégico para a pontuação e o ciclo internacional do parabadminton.
Reconhecido como uma competição de alto nível técnico, reuniu alguns dos principais atletas do mundo, incluindo medalhistas paralímpicos e líderes do ranking internacional. A etapa pertence ao circuito mundial da BWF.
Antes da disputa em Dublin, a equipe já havia alcançado resultados expressivos no BABOLAT French Para Badminton International 2026, realizado entre os dias 16 e 21 de junho, em Mulhouse, na França. Na competição, também do circuito mundial da BWF e que reuniu centenas de atletas de mais de 40 países, Ana Carolina Coutinho Reis conquistou a medalha de bronze na categoria Simples Feminina SL4.
Os desempenhos alcançados nas etapas da França e da Irlanda reforçam o crescimento da equipe de parabadminton do Sesi-SP e refletem o trabalho contínuo de preparação desenvolvido pela comissão técnica e pelos atletas ao longo da temporada. Além das conquistas em pódio, os resultados contribuem diretamente para a manutenção e a evolução dos atletas nos rankings internacionais da modalidade.
“Seguimos participando de competições internacionais do calendário da BWF. A França foi de nível II e a Irlanda de nível I, onde os principais atletas do mundo estão competindo. As medalhas conquistadas nos dão um bom sinal para mantermos o trabalho ao longo do ciclo paralímpico”, afirma Mayara Bacarin, técnica da equipe.