A Fundação Dorina Nowill para Cegos realiza, nesta terça-feira (12), uma oficina sobre a metodologia do LEGO® Braille Bricks, uma ferramenta pedagógica que une o brincar ao processo de alfabetização em Braille de forma lúdica e eficiente. A atividade será realizada durante o Congresso de Práticas Inclusivas no Ensino Superior e na Educação Básica (CPIDES 2026), realizado entre os dias 11 e 13 de maio, em Presidente Prudente (SP). Todos podem participar da oficina.
De acordo com a Fundação Dorina Nowill para Cegos, a proposta é capacitar educadores no uso das peças adaptadas como ferramenta de alfabetização para crianças cegas e com baixa visão.
A atividade apresenta, na prática, como utilizar o LEGO® Braille Bricks em contextos educacionais.
Durante a atividade, os participantes conhecem a metodologia desenvolvida pela Fundação Dorina, aprendem sobre o funcionamento das peças adaptadas com os pontos do sistema Braille e exploram possibilidades pedagógicas voltadas à alfabetização, socialização e inclusão.
A oficina será ministrada por Ika Fleury, coordenadora geral do projeto LEGO® Braille Bricks e membro do Conselho da Fundação Dorina Nowill para Cegos
Ainda segundo a fundação, explorar essa ferramenta pedagógica é importante porque ela amplia o acesso à alfabetização em Braille de forma inclusiva e dinâmica.
Além do aprendizado da leitura e escrita, a metodologia estimula coordenação motora fina, interação social e participação conjunta entre crianças com e sem deficiência visual, contribuindo para ambientes educacionais mais inclusivos.
O LEGO® Braille Bricks é uma ferramenta pedagógica que integra o sistema Braille aos tradicionais blocos de montar.
As peças são adaptadas com os pontos do alfabeto Braille, permitindo que crianças cegas, com baixa visão e videntes aprendam juntas de maneira interativa, tátil e lúdica.
“Explorar essa ferramenta pedagógica é importante porque ela amplia o acesso à alfabetização em Braille de forma inclusiva e dinâmica. Além do aprendizado da leitura e escrita, a metodologia estimula coordenação motora fina, interação social e participação conjunta entre crianças com e sem deficiência visual, contribuindo para ambientes educacionais mais inclusivos”, pontua a fundação.
O brincar torna o processo de alfabetização em Braille mais interativo e natural.
“As crianças aprendem enquanto constroem e brincam, o que favorece o engajamento, a socialização e o desenvolvimento cognitivo. A metodologia também ajuda a reduzir barreiras de interação entre crianças cegas e videntes”, destaca a fundação.
A oficina ocorre na terça-feira (12), das 14h às 16h, na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (FCT Unesp), localizada na Rua Roberto Símonsen, nº 305.