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Sarampo: veja quem deve tomar a vacina, onde se imunizar e o que fazer em caso de sintomas

Doença é altamente contagiosa e pode causar complicações graves.

Por: Agência SP
25/07/2026 às 18:30
A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e integra o Calendário Básico de Vacinação |
A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e integra o Calendário Básico de Vacinação | Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

A vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra o sarampo. A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo (SES-SP) orienta a população a verificar a situação vacinal e manter a caderneta atualizada, especialmente após a confirmação de casos da doença no estado em 2026.

De acordo com as informações veiculadas pela Agência SP, a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e integra o Calendário Básico de Vacinação.

Além da imunização, a identificação precoce dos sintomas e a procura por atendimento médico ajudam a reduzir o risco de transmissão.

 

Quem deve tomar a vacina

 

Conforme orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e da SES-SP, o esquema vacinal varia de acordo com a idade:
 

  • Bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias: podem receber a chamada dose zero da vacina tríplice viral se residirem nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Essa dose não substitui as doses previstas no calendário de vacinação.
  • Crianças de 12 meses: devem receber a primeira dose da vacina tríplice viral.
  • Crianças de 15 meses: devem completar o esquema vacinal com a segunda dose, preferencialmente com a vacina tetraviral ou conforme a disponibilidade da rede pública.
  • Pessoas de 1 a 29 anos: devem ter duas doses registradas da vacina contendo componente contra o sarampo.
  • Adultos de 30 a 59 anos: devem ter pelo menos uma dose registrada.
  • Profissionais da saúde: devem seguir as recomendações específicas do PNI, com duas doses da vacina.

 

Pessoas que não possuem comprovante de vacinação ou têm dúvidas sobre o esquema vacinal devem procurar uma Unidade Básica de Saúde para avaliação da caderneta.

 

Onde se vacinar

 

A vacina está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde em todo o Estado de São Paulo. Antes de comparecer à unidade, consulte os horários de atendimento do município. Sempre que possível, leve a caderneta de vacinação e um documento de identificação.

 

Quais são os sintomas do sarampo

 

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida por secreções eliminadas ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Os principais sintomas são:

  • febre alta;
  • manchas vermelhas na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo;
  • tosse;
  • coriza;
  • conjuntivite;
  • mal-estar intenso.

 

Em alguns casos, a doença pode causar complicações como pneumonia, infecções de ouvido e inflamação no cérebro, principalmente em crianças pequenas, gestantes e pessoas com baixa imunidade.

 

O que fazer em caso de sintomas

 

Pessoas com sintomas compatíveis com sarampo devem procurar atendimento em uma unidade de saúde para avaliação clínica e orientação sobre exames.

Informações da Secretaria da Saúde orientam que, durante o período de suspeita da doença, a pessoa evite contato com outras pessoas e informe aos profissionais de saúde sobre viagens recentes, contato com casos suspeitos e sua situação vacinal.

A confirmação do diagnóstico depende de avaliação médica e de exames laboratoriais.

 

Por que manter a vacinação em dia

 

A manutenção de altas coberturas vacinais é a principal estratégia para evitar a circulação do vírus. Neste ano, diante da confirmação de casos de sarampo no estado, a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo reforçou a orientação para que a população atualize a vacinação, principalmente crianças e pessoas com esquemas incompletos.

A vacina tríplice viral é segura, gratuita e continua sendo a medida mais eficaz para prevenir a doença e reduzir o risco de transmissão na comunidade.