Ao vivo Ao Vivo

Mercado imobiliário registra alta de 113,29% nas vendas em julho na região de Presidente Prudente, aponta pesquisa do Creci-SP

Já os contratos de aluguel recuaram 17,62% em relação ao mês anterior.

Por: ifronteira.com
19/08/2026 às 17:50
Vendas de imóveis tiveram crescimento na região de Presidente Prudente (SP) no mês de julho, de acordo com a pesquisa realizada pelo Creci-SP |
Vendas de imóveis tiveram crescimento na região de Presidente Prudente (SP) no mês de julho, de acordo com a pesquisa realizada pelo Creci-SP | Foto: TV Fronteira

O mercado imobiliário do Oeste Paulista apresentou uma inversão importante de comportamento em julho de 2026. Depois do forte crescimento das locações observado em junho, o segmento de vendas registrou aumento de 113,29%, enquanto os contratos de aluguel recuaram 17,62% em relação ao mês anterior.

Os dados fazem parte de levantamento do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP), que contou com a participação de 46 corretores e imobiliárias, abrangendo as cidades de Adamantina (SP), Álvares Machado (SP), Dracena (SP), Martinópolis (SP), Presidente Epitácio (SP), Presidente Prudente (SP), Presidente Venceslau (SP) e Tupi Paulista (SP).

O resultado de julho demonstra uma retomada expressiva das negociações de compra e venda de imóveis residenciais usados. Ao mesmo tempo, a retração das locações indica uma acomodação da demanda por aluguel após o movimento excepcional registrado no mês anterior. Mesmo com essa mudança, o mercado continua concentrado em imóveis de perfil econômico e intermediário, especialmente casas localizadas fora das áreas centrais.

 

Vendas em julho

 

Vendas %

Casas Vendidas

71%

Apartamentos Vendidos

29%

 

Vendas avançam e confirmam retomada

 

As vendas de imóveis residenciais usados cresceram 113,29% em julho. O desempenho representa uma reação significativa diante do comportamento mais cauteloso registrado nos meses anteriores e pode estar relacionado à recomposição da procura, à disponibilidade de crédito e à busca das famílias por imóveis com preços mais compatíveis com sua capacidade financeira.

 

Casas vendidas

 

Dormitórios / Casa

Percentual

1 Dorm.

8,7%

2 Dorm.

52,2%

3 Dorm.

30,4%

4 Dorm.

8,7%

5 Dorm.

0,0%

Mais de 5 Dorm.

0,0%

 

Área útil

Percentual

1 a 50 m²

17,4%

51 a 100 m²

43,5%

101 a 200 m²

26,1%

201 a 300 m²

8,7%

301 a 400 m²

4,3%

401 a 500 m²

0,0%

acima de 500 m²

0,0%

 

As casas foram responsáveis por 71% das vendas, enquanto os apartamentos participaram com 29% das negociações. Embora as unidades horizontais ainda predominem, a participação dos apartamentos foi superior à observada em junho, quando esse segmento representou apenas 8% das transações. A maior presença de apartamentos pode indicar uma ampliação das alternativas procuradas pelos compradores, principalmente entre aqueles que priorizam localização, praticidade e valores de aquisição mais acessíveis.

A distribuição regional das vendas revela concentração nas áreas situadas fora do Centro. As demais regiões responderam por 54,2% dos negócios, enquanto os bairros considerados nobres participaram com 25%. A pesquisa também aponta que 20,8% das vendas ocorreram em áreas centrais. O cenário confirma a importância dos bairros em expansão e das regiões que oferecem melhor relação entre preço, espaço e localização.

 

Apartamentos vendidos

 

Dormitórios / Apartamento

Percentual

Quitinete

12,5%

1 Dorm.

12,5%

2 Dorm.

50,0%

3 Dorm.

12,5%

4 Dorm.

12,5%

5 Dorm.

0,0%

Mais de 5 Dorm.

0,0%

 

Área útil

Percentual

1 a 50 m²

62,5%

51 a 100 m²

12,5%

101 a 200 m²

25,0%

201 a 300 m²

0,0%

301 a 400 m²

0,0%

401 a 500 m²

0,0%

acima de 500 m²

0,0%

 

Faixas entre R$ 201 mil e R$ 400 mil concentram as negociações

 

Os imóveis com valores entre R$ 201 mil e R$ 300 mil representaram 32,3% das vendas. Na sequência, apareceram as unidades entre R$ 301 mil e R$ 400 mil, com 29% das negociações. Os imóveis de até R$ 200 mil também tiveram participação expressiva, alcançando 29% da amostra.

As faixas superiores apresentaram presença mais limitada. Imóveis entre R$ 401 mil e R$ 500 mil corresponderam a 3,2% das transações, enquanto aqueles acima de R$ 501 mil representaram 6,5%. A distribuição mostra que a demanda permanece fortemente concentrada nos imóveis econômicos e intermediários, embora exista espaço para operações de maior valor.

O predomínio dessas faixas de preço está associado à necessidade de compatibilizar o valor do imóvel com a renda das famílias e com as condições de aprovação do financiamento. A retomada das vendas, portanto, parece estar ocorrendo principalmente nos produtos que apresentam maior liquidez e que conseguem atender a um público mais amplo.

 

Casas e apartamentos vendidos

 

Localização Casa/Apartamento

Percentual

Central

20,8%

Nobre

25,0%

Demais Regiões

54,2%

 

Forma de Pagamento Casa/Apartamento

Percentual

À Vista

24,0%

Financiamento CAIXA

44,0%

Financiamento Outros Bancos

4,0%

Direto com Proprietário

28,0%

Consórcios

0,0%

 

Desconto concedido

Percentual

Vendida no MESMO VALOR ANUNCIADO

61,3%

Vendida com desconto de até 5%, ABAIXO do Anunciado

16,1%

Vendida com desconto de 6 a 10%, ABAIXO do Anunciado

16,1%

Vendida com desconto de 11 a 15%, ABAIXO do Anunciado

6,5%

Vendida com desconto de 16 a 20%, ABAIXO do Anunciado

0,0%

Vendida com desconto de 21 a 25%, ABAIXO do Anunciado

0,0%

Vendida com desconto de 26 a 30%, ABAIXO do Anunciado

0,0%

Vendida com desconto de 31 a 35%, ABAIXO do Anunciado

0,0%

Vendida com desconto de 36 a 40%, ABAIXO do Anunciado

0,0%

Vendida com desconto de 41 a 45%, ABAIXO do Anunciado

0,0%

Vendida com desconto de 46 a 50%, ABAIXO do Anunciado

0,0%

Vendida com desconto maior que 50%, ABAIXO do Anunciado

0,0%

 

Faixa de preço média

Percentual

Até R$ 25 mil

0,0%

De R$ 25mil a R$ 50 mil

0,0%

De R$ 51mil a R$ 100 mil

6,5%

De R$ 101 mil a R$ 150 mil

6,5%

De R$ 151 mil a R$ 200 mil

16,1%

De R$ 201mil a R$ 250 mil

22,6%

De R$ 251 mil a R$ 300 mil

9,7%

De R$ 301mil a R$ 350 mil

6,5%

De R$ 351 mil a R$ 400 mil

22,6%

De R$ 401 mil a R$ 450 mil

3,2%

De R$ 451 mil a R$ 500 mil

0,0%

De R$ 501 mil a R$ 600 mil

0,0%

De R$ 601 mil a R$ 700 mil

0,0%

De R$ 701 mil a R$ 800 mil

0,0%

De R$ 801 mil a R$ 900 mil

0,0%

De R$ 901 mil a R$ 1 milhão

0,0%

De R$ 1 milhão a R$ 1.2 mi

0,0%

De R$ 1.3 mi a R$1.5 mi

3,2%

De R$ 1.6 mi a R$ 2 mi

0,0%

De R$ 2.1 mi a R$ 2.5 mi

0,0%

De R$ 2.6 mi a R$ 3 mi

3,2%

De R$ 3.1 mi a R$ 4 mi

0,0%

De R$ 4.1 mi a R$ 5 mi

0,0%

Acima de R$ 5 mi

0,0%

 

Financiamento da Caixa continua como principal forma de pagamento

 

O financiamento habitacional concedido pela Caixa Econômica Federal foi utilizado em 44% das vendas. As compras realizadas diretamente com o proprietário representaram 28%, enquanto os negócios pagos à vista corresponderam a 24%. Outros bancos participaram com 4% das operações.

Diferentemente do observado em junho, quando quase todas as vendas foram realizadas por meio de financiamento da Caixa, julho apresentou maior diversificação nas formas de pagamento. A participação expressiva das negociações diretas com proprietários e das compras à vista pode indicar a presença de compradores com recursos próprios, além de operações envolvendo imóveis de menor valor ou condições particulares de negociação.

Os dados também mostram que o crédito imobiliário continua relevante, mas não é o único responsável pela movimentação do mercado. A combinação entre financiamento, recursos próprios e negociação direta contribuiu para o forte crescimento das vendas no mês.

 

Casas de dois dormitórios lideram a procura

 

Entre as casas vendidas, os imóveis de dois dormitórios foram maioria, com 52,2% das negociações. As casas de três dormitórios representaram 30,4%, enquanto as unidades de até um dormitório e as residências com quatro dormitórios ou mais participaram com 8,7% cada.

Esse perfil indica preferência por imóveis funcionais, voltados principalmente a famílias pequenas e médias. As casas de dois dormitórios costumam apresentar maior oferta e valores mais acessíveis, o que favorece sua comercialização em um cenário no qual os compradores ainda avaliam cuidadosamente o comprometimento da renda.

Quanto à área útil, 43,5% das casas vendidas possuíam entre 51 e 100 metros quadrados. As unidades entre 101 e 200 metros quadrados representaram 26,1%, enquanto os imóveis com até 50 metros quadrados corresponderam a 17,4%. Casas com mais de 201 metros quadrados participaram com 13% das vendas.

A distribuição evidencia a coexistência de diferentes perfis de demanda, mas com predominância de imóveis de metragem intermediária. São unidades que, em geral, oferecem espaço suficiente para as necessidades familiares sem alcançar valores tão elevados quanto as residências de grande porte.

No segmento de apartamentos, os imóveis de dois dormitórios também lideraram, com 50% das vendas. Apartamentos de até um dormitório representaram 25%, o mesmo percentual observado nas unidades de três dormitórios. As vendas de apartamentos com quatro dormitórios ou mais representaram 12,5%.

Em relação à área, 63% dos apartamentos vendidos tinham até 50 metros quadrados. As unidades entre 101 e 200 metros quadrados corresponderam a 25%, enquanto os imóveis entre 51 e 100 metros quadrados representaram 13%. Não houve registros de apartamentos com mais de 201 metros quadrados. O resultado reforça a procura por unidades compactas, provavelmente associadas a preços mais acessíveis e menor custo de manutenção.

 

Locações recuam após forte crescimento em junho

 

O segmento de locações apresentou queda de 17,62% em julho. A retração ocorre após o crescimento excepcional de 128,70% registrado em junho e deve ser interpretada como uma acomodação da demanda, e não necessariamente como perda de importância do mercado de aluguel.

As casas continuaram predominando nos contratos, com 80% das locações, enquanto os apartamentos participaram com 20%. A concentração em imóveis horizontais mantém o padrão observado nos meses anteriores e demonstra a preferência por unidades que ofereçam maior área interna, quintal ou outras características valorizadas pelas famílias.

As demais regiões concentraram 61% dos contratos de locação. Os bairros considerados nobres responderam por 22%, e as áreas centrais, por 17%. Embora a procura fora do Centro continue majoritária, houve uma distribuição um pouco mais equilibrada entre as diferentes regiões em comparação com junho. O resultado mostra que os locatários seguem buscando alternativas de custo-benefício, mas também há demanda por imóveis situados em áreas valorizadas e centrais.

 

Locações em Julho

Locações

%

Casas Alugadas

80%

Apartamentos Alugadas

20%

 

Casas alugadas

Dormitórios

Percentual

Quitinete

0,0%

1 Dorm.

14,3%

2 Dorm.

42,9%

3 Dorm.

35,7%

4 Dorm.

7,1%

5 ou mais Dorm.

0,0%

 

Área útil

Percentual

1 a 50 m²

14,3%

51 a 100 m²

42,9%

101 a 200 m²

35,7%

201 a 300 m²

7,1%

301 a 400 m²

0,0%

401 a 500 m²

0,0%

acima de 500 m²

0,0%

 

Apartamentos Alugados

Dormitórios

Percentual

Quitinete

0,0%

1 Dorm.

0,0%

2 Dorm.

87,5%

3 Dorm.

12,5%

4 Dorm.

0,0%

5 ou mais Dorm.

0,0%

 

Área útil

Percentual

1 a 50 m²

37,5%

51 a 100 m²

50,0%

101 a 200 m²

12,5%

201 a 300 m²

0,0%

301 a 400 m²

0,0%

401 a 500 m²

0,0%

acima de 500 m²

0,0%

 

Casas e apartamentos alugados

Modalidade

Porcentagem

Fiador

25,6%

Depósito caução

2,6%

T. de Capitalização

0,0%

Seguro Fiança

71,8%

Outros

0,0%

 

Localização

Percentual

Central

17,1%

Nobre

22,0%

Demais Regiões

61,0%

 

Motivo da mudança

Percentual

Mudou para um aluguel mais caro

17,4%

Mudou para um aluguel mais barato

17,4%

Mudou sem dar justificativa

65,2%

 

Desconto concedido Casa / Apartamento

Percentual

Mesmo valor anunciado

100,0%

Desconto de até 5%, ABAIXO do Anunciado

0,0%

Desconto de 6% a 10%, ABAIXO do Anunciado

0,0%

Desconto de 11% a 15%, ABAIXO do Anunciado

0,0%

Desconto de 16% a 20%, ABAIXO do Anunciado

0,0%

Desconto de 21% a 25%, ABAIXO do Anunciado

0,0%

Desconto de 26% a 30%, ABAIXO do Anunciado

0,0%

Desconto maior que 30%, ABAIXO do Anunciado

0,0%

 

Valor Aluguel Casa/apartamento

Percentual

Até R$ 500

4,5%

de R$ 501 a R$ 750,00

0,0%

de R$ 751 a R$ 1.000,00

31,8%

de R$ 1.001,00 a R$ 1.250,00

4,5%

de R$ 1.251,00 a R$ 1.500,00

22,7%

de R$ 1.501,00 a R$ 1.750,00

 

Aluguéis de até R$ 1.500 concentram a demanda

 

Os imóveis com aluguel de até R$ 1.000 representaram 36,4% dos contratos. A faixa entre R$ 1.001 e R$ 1.500 participou com 27,3%, enquanto os aluguéis entre R$ 2.001 e R$ 3.000 corresponderam a 22,7%.

Os contratos entre R$ 1.501 e R$ 2.000 representaram 9,1%, e os imóveis acima de R$ 3.001 participaram com 4,5%. A distribuição confirma que a maior parte da demanda permanece concentrada nas faixas de menor e médio valor, embora tenha havido crescimento relativo dos contratos acima de R$ 2 mil.

Esse comportamento pode estar relacionado à procura por imóveis com maior área útil ou melhor localização, especialmente entre famílias que necessitam de mais espaço e aceitam assumir um aluguel mais elevado. Ainda assim, a predominância das faixas até R$ 1.500 revela que a capacidade de pagamento continua sendo um dos principais fatores de decisão.

 

Apartamentos alugados têm perfil compacto e de dois dormitórios

 

Entre as casas alugadas, os imóveis de dois dormitórios responderam por 42,9% dos contratos. As unidades de três dormitórios representaram 35,7%, enquanto as casas de até um dormitório corresponderam a 14,3%. As residências com quatro dormitórios ou mais participaram com 7,1%.

Quanto à área útil, 42,9% das casas locadas possuíam entre 51 e 100 metros quadrados. Os imóveis entre 101 e 200 metros quadrados representaram 35,7%, enquanto as unidades com até 50 metros quadrados corresponderam a 14,3%. Casas com mais de 201 metros quadrados participaram com 7,1%.

No caso dos apartamentos, os imóveis de dois dormitórios foram predominantes, com 87,5% das locações. Apartamentos de três dormitórios representaram 12,5%, e não houve contratos de unidades com até um dormitório ou quatro dormitórios ou mais.

A maior parte dos apartamentos alugados tinha entre 50 e 100 metros quadrados, faixa que respondeu por 50% dos contratos. As unidades até 50 metros quadrados representaram 37,5%, enquanto os apartamentos entre 101 e 200 metros quadrados participaram com 12,5%. Não foram registradas locações de apartamentos com mais de 201 metros quadrados.

 

Seguro-fiança é a principal garantia nos contratos de aluguel

 

O seguro-fiança foi a modalidade de garantia mais utilizada em julho, presente em 71,8% dos contratos. O fiador apareceu em 25,6% das operações, enquanto o depósito caução representou 2,6%. Não houve registros de contratos com título de capitalização ou outras modalidades.

A predominância do seguro-fiança demonstra a consolidação dessa alternativa no mercado regional. Além de reduzir a dependência de um terceiro garantidor, esse mecanismo oferece maior agilidade e segurança para proprietários e administradoras. A participação do fiador, embora menor, continua relevante, especialmente entre locatários que possuem familiares ou terceiros aptos a assumir a responsabilidade pelo contrato.

 

Mercado apresenta sinais de recuperação nas vendas e maior seletividade nas locações

 

O desempenho de julho mostra um mercado imobiliário regional em movimento, porém, ainda bastante sensível às condições econômicas e à renda das famílias. O forte aumento das vendas indica uma retomada da procura por imóveis residenciais usados, sobretudo nas faixas de até R$ 400 mil e entre as casas de dois dormitórios.

A retração das locações, por sua vez, ocorreu depois de um crescimento extraordinário em junho. Mesmo com a queda mensal, o segmento continua sustentado por uma demanda relevante, especialmente por casas e apartamentos de valores acessíveis, localizados nas demais regiões dos municípios pesquisados.

A evolução dos próximos meses deverá depender do comportamento das taxas de juros, da oferta de crédito habitacional, da estabilidade do emprego e da renda das famílias. A manutenção de condições favoráveis de financiamento poderá estimular novas compras, enquanto eventuais restrições de crédito ou perda de poder aquisitivo podem levar parte dos consumidores a permanecer no mercado de aluguel.

 

Profissional

 

O Creci-SP pontua que, nesse cenário, o corretor de imóveis continua exercendo papel essencial. Sua atuação contribui para aproximar compradores, vendedores, proprietários e locatários, além de auxiliar na análise da documentação, na escolha da forma de pagamento ou garantia, na avaliação das condições do imóvel e na condução segura das negociações. O desempenho de julho reforça que, mesmo em um mercado seletivo e sujeito a oscilações, a intermediação profissional permanece fundamental para a realização de negócios com maior transparência e segurança.